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16. jan. 2018

Vacina contra febre amarela terá dose fracionada para evitar possível surto

Desde 2017 o número de casos de febre amarela tem preocupado autoridades de saúde no Brasil, em 2018 a situação permanece a mesma, porém com um agravante a mais: a limitação de vacinas para toda a população.

Segundo dados da OPAS (Organização Pan-Americana de Saúde), sete países notificaram novos casos da doença desde 2016, Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana Francesa, Peru e Suriname e Brasil. O Brasil foi o único país que reportou novos casos em janeiro desse ano. Em 2017 foram confirmados 777 casos de febre amarela, os estados mais afetados foram: Bahia, Minas Gerais e São Paulo.

A possibilidade de não haver vacinas para toda a população preocupa o Ministério da Saúde do Brasil, e, com o objetivo de evitar um novo surto, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, anunciou o fracionamento da vacina como estratégia de imunização em três estados brasileiros: Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo.

O Ministério da Saúde ressalta que o fracionamento não será uma estratégia de longo prazo e nem substituirá as práticas de imunização tradicionais. A vacina é de dose única, bebês com 9 meses de idade já podem se vacinar contra a febre amarela e em situações emergenciais, é possível vacinar com apenas seis meses.

Especialistas afirmam que a aplicação de um quinto (1/5) da dose regular da vacina fornece imunidade por pelo menos um ano. A economia que se terá em doses poderá ser utilizada para controlar um surto em casos onde o suprimento de vacinas é limitado.

Geralmente a Febre amarela apresenta alta nos casos no período de dezembro a maio, onde o clima é favorável à disseminação do vírus. É uma doença infecciosa febril aguda e o vírus é transmitido através da picada de mosquitos infectados (vetores artrópodes).

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